Tecnologias Emergentes e IoT

Chegando ao fim do primeiro mês desse novo ano, o que você já colocou em prática das suas resoluções?  Lista de objetivos pessoais e profissionais, mudanças de comportamento, metas para o futuro… E no contexto das organizações, como olhar para esse novo ciclo e concretizar todas as metas?  

Em 2016, uma pesquisa da KPMG com mais de 800 líderes de negócios de tecnologia no mundo apontava que, em 3 anos, as principais e mais disruptivas tecnologias previstas para conduzirem uma transformação dos negócios nas empresas teriam ligação com a computação em nuvem, análises de dados e internet das coisas (do inglês, Internet Of Things – IoT). Quatro anos depois, a certeza de que cada um desses itens influencia nossas instituições e negócios é evidente mas de que forma integramos, utilizamos e otimizamos essas tecnologias? 

Ao falarmos do futuro das organizações, seja sua forma de trabalho ou entrega de produtos e serviços, olhamos para as tecnologias emergentes: inteligência artificial, robótica, manufatura aditiva, blockchain  além da Internet das Coisas.

Analisando a tecnologia IoT ela contempla um conjunto de dispositivos digitais (que estão em intenso aprimoramento) que operam entre redes de escala potencialmente global. Entre seus usos estão a captação de dados operacionais de sensores remotos em plataformas de petróleo, a coleta de dados climáticos e o controle de termostatos inteligentes com conexão entre os dados enviados de cada dispositivo. 

Em junho passado, o Brasil deu um passo importante para se preparar para esta que já é uma realidade em economias mais avançadas e que, em todo o mundo, apresenta uma expansão bastante acelerada, ao lançar no Diário Oficial da União, o Plano Nacional de Internet das Coisas. A partir deste cenário positivo, entre outros incentivos, está o recente lançamento do edital do BNDES em parceria com o SENAI e Emprapii, no qual aplicarão até R$ 15 milhões em recursos não-reembolsáveis em projetos-piloto de IoT para a Indústria.

“Estamos entre os primeiros países do mundo a ter um plano Nacional de IoT e isso coloca o Brasil na vanguarda da Internet das Coisas no mundo”.

Segundo o presidente do Fórum Brasileiro de IoT, Gabriel Marão.

A visão do gerente de Desenvolvimento de Negócios para Cidades Inteligentes do CPqD, Maurício Casoti, também é bastante interessante, ao explorar o grande salto permitido pela internet das coisas, que é a interoperabilidade dos sistemas. “Eu acho até que o nome deveria ser Integração das Coisas porque o importante não é ter vários sistemas conectados à internet, mas sim todos conectados entre si.”

De acordo com a lista das TOP 10 tecnologias emergentes da CompTIA, a IoT está gerando mudanças nos negócios, fornecendo os dados necessários para melhorar o marketing, aumentar as vendas e diminuir os custos.

Emerging Technology Community , CompTIA.

Mas a IoT é mais do que tecnologia e transmissão de dados. É, de fato, a transformação digital acontecendo, fazendo uso de uma metodologia que integre as novas tecnologias, as habilidades técnicas e a visão de negócios de múltiplas áreas das empresas. 

É justamente aqui que a Olhar encontra seu propósito: ser o elo entre as ideias e a realidade, transformando a colaboração das pessoas e seus departamentos em um propulsor no crescimento das empresas, utilizando tecnologias capazes de suprir as mudanças de cenários e ir além, ao oferecer a inovação, a disrupção, a evolução. 

Se você tem interesse em desenvolver a cultura da inovação dentro do seu negócio, implantar IoT, evolucionar e crescer, vamos conversar? 

Abraço,

Christian Machado

Colaborou: Daniele CarliniSimples | Business & Design